CLICK HERE FOR BLOGGER TEMPLATES AND MYSPACE LAYOUTS »

sexta-feira, 27 de junho de 2008

You're sorry, I'm Sorry, Everybody is sorry!

Tudo tão intenso, como a chama que arde intensa e efemera. Eu posso sentir o sangue bombeando pelas minhas arterias agora, nesse instante todas as cores estao tao gritantemente vivas, fecho os olhos involuntariamente ofuscados pela luz que me agride. Sinto o cansaço ao andar, meus pulmões ardem a cada passo e eu escuto o eco do grito de dor retumbando no coração vazio, tudo tão intenso, as lágrimas caem no tapete felpudo como granadas, tdo dói tdo me agride, a brisa delicada colide com a minha pele e sinto o atrito de cada partícula. Eu cheia de extremos, não consigo me familiarizar com esse meio termo, preciso do tudo ou do nada, da gargalhada hilariante e do luto histerico, preciso de intensidade, preciso do sangue rubro na ponta da faca, amo tanto e odeio tanto, odeio fervorosamente minha impotencia em mudar isso, não importa o que seja dito, nao importa o que seja feito ou pedido, eu poderia implorar que nao mudaria coisa alguma.E doi tanto causar dor, mas eu nao me arrependo pelo orgulho ferido, e não, eu não retiro o que disse...

segunda-feira, 12 de maio de 2008

I'm the bitch you hated, filth infatuated



"Finding myself making every possible mistake"
Prenda-me eu me rendo, algeme meus pulsos e me aprisione eu nao quero mais sair, qualque punicao que possa me dar esta aquem de meu crime, cometi o mais vil dos atos, qualquer dor que me possa ser inflingida nao sera o suficiente.Que tipo de sociopata eh capaz de tamanho delito, axei que a unica que pudesse ter o coracao partido era eu, e percebo que todo o sofrimento pelo qual passava nada mais era do que merecido.
Perdida entre amargura e auto-indulgencia, usei q joguei fora inocentes, egoista violentei sua alma e roubei seu coracao,e doi demais machucar quem nao tenha nada a ver com isso, me torna igual a todos os quais sempre critiquei, e por mais que doa nao consigo reparar o dano causado, continuo tendo os mesmos defeitos ainda perdida no meu egocentrimo seguindo meu caminho sem destino, deixando garrafas vazias e cigarros apagados para tras, siga a trilha de sangue e lagrimas e lah estarei eu,iludida pensando que estou no apogeu e sem pensar no impacto das minhas atitudes.
A venus enfurecida que exala morte, corvos grasnam enquanto a aberracao encoleirada desfila pelas ruas, o eco dos meus passos afasta as criancas e faz as flores murcharem, o solo grita sob os meus pes porque nao suporta o peso da minha consciencia, espelhos trincam se recusando a refletir minha figura desagradavel e nuvens encobrem o sol, toda musica se transforma em marcha funebre, no meu caminho tudo se torna monocromatico, contudo mantendo a pose blase, os olho vervelhos e inchados se escondem atras dos oculos retro, enquanto me afogo no meu luto histerico pelo coracao sepultado...

domingo, 27 de abril de 2008

Humpft!


Passando pelas ruas niponicas, vi uma arvore, quase sem flores e .. uma delas.. tinha q ser bem na hora q eu olhei, essas coisas sempre acontecem na minha vez... caiu tao solitaria, o vento levou ateh a avenida e os carros a esmagaram tao impetuosamente, nao nao para de chorar eh soh uma flor nora brass! Maldita sensibilidade exagerada! Nao posso evitar minha indignacao perante tamanho paradoxo, alguns segundos, alguns segundos foram o suficiente para que uma pobre flor passasse de objeto de veneracao, a uma pequena mancha no asfalto, uma sujeira incoveniente grudada em um pneu de caminhao. Sera que ela era a flor perfeita? Uma flor perfeita que muitos passam o resto de sua vida procurando, ninguem se importa, ninguem quer saber, todos ocupados demais em seus ternos com suas maletas e seus carros mega tecnologicos, qual a diferenca em observar uma flor qdo se esta num parque ou no meio de uma avenida? Todo ritual ensaiado, mecanico, sensibilidade programada, transitividade, idolatria efemera muito triste, muito triste mesmo...


Intransitividade de verbo,
Ausencia de explicacao ou complemento,
Auto-suficiente auto-explicativo
E ironicamente incognito


Livro aberto e criptografado,
Enigma paradoxal,
Veneno e cura,
Torniquete canivete

Prolixidade laconica
Castidade obscena
Confissao censurada
Bem-estar patológico
Vício

Incoerencia, irrelevancia,
Incoesao inconsisao
Falta de nexo falta de sexo
Miscelania psicologica


Meio doce meio amargo,
Entorpecente e inconstante,
Balanco borbulhante,
Sake frisante

Preto e branco, talvez sépia..
Nitidamente difuso,
Suposicoes ambiguidades,
O perfeito preambulo do meu drama
Relacionamento hipotético
Imperfeitamente sublime
Rubro ardente marcante
Pulsante
Sofregamente ofegante

Veleidade perene,
Masturbacao literaria
Masoquismo sentimental...

And I miss you, and I need you... I do


"But don't go, take my love,
I won't let you,
I'm saying please don't go.
Don't go, take my love,
I won't let you,
I'm saying please don't go."


Memórias meio amargas como meu chocolate favorito me assustam por me pegarem desprevenida dessa maneira cada vez que vejo uma demonstracao de carinho, tenho medo muito medo disso tudo, preciso qe pegue minha mae e me leve, senao nao sei que caminho seguir, preciso da sua respiracao no meu ouvido para saber que esta por perto, mas agora tudo q eu ouco eh a caneta arranhando o papel, preciso sentir vc sobre mim, mas assim pareco que estou abandonada no vazio, como a flor de cerejeira que acaba de se soltar do seu ramo, e agora eh carregada pelo vento frio ateh ser abandonada no asfalto cinzento, e agora que nao esta mais presa ao ramo ninguem mas a celebra, ninguem a venera, ninguem pára para apreciar sua beleza...tao ironico como passa de objeto de idolatria para lixo, esmagada pelos carros que passam velozes...como eu que preciso ao menos me iludir e pensar que estou ligada a alguem, ainda fico euforica cada vez que esta feliz e qdo esta triste eu sangro liiitros pelos seus ferimentos, mas eu preciso disso, preciso disso caso contrario sou jogada no chao e pisoteada pela solidao novamente...
Como odeio minha atencao aos detalhes, odeio reparar em cada peculiaridade insignificante a outros olhos e guardá-las permanentemente, cada movimento se repete em slow motion e basta uma similaridade com qualquer dos poucos momentos que estive ao seu lado, uma palavra engracada que vc costumava falar ou uma musica para que cada musculo do meu corpo se contraia fortemente devido a esses pensamentos involuntarios e gracas as minhas descricoes minuciosas que soh servem para recussitar memorias a transferi-las para textos prolixos entro no transe da minha masturbacao literaria...
Respiro vc, sinto seu gosto e te revejo qdo fecho os olhos e qdo recupero a consciencia percebo meus olhos revirando-se nas orbitas, meus dedos fechados amassando o papel, minha respiracao ofegante e meu coracao batendo tao forte que parece esmurrar minhas costelas dolorosamente, e eu masoquistamente gozo o prazer desse suplicio...
Detalhado demais, nostalgico demais, masoquista demais....

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Come on, in spite of this we're doing just fine...


"I dont ever wanna feel

Like i did that day,

Take me to the place I love

Take me all the way"


Morro e revivo a cada madrugada, com o por-do-sol se recolhem tambem a minha segunranca e meu sorriso, a noite escura no seu luto por uma parte de mim falecida me envolve e me inunda com uma enxurrada de pessimismo que transborda pelos meus olhos vermelhos.
Eu gostaria de nunca ter entrado em meio a esses joguetes dos quais agora sou uma viciada assumida, e como todo viciado em jogo aposto tudo o que possuo e o que me falta na esperanca de tirar a minha carta de sorte na proxima rodada... mas a casa nunca perde e eu na perdida na falencia da minha psique continuo jogando sem mais nada a perder, presa a mesa pelas lembrancas, supostamente o principal motivo pra que eu me afastasse.
Indignada fico por saber que na verdade nao ha problema algum, todos os obstaculos no meu caminho, todo o drama e preocupacao necessaria nada mais sao do que frutos da minha mente atormentada.Penso que a distancia fisica seja um problema maior do que eu acreditava que seria, aquele velho cliche de o amor n tem fronteiras sempre presente nos romances melosos nao funcionou do jeito q eu esperava, as memorias cravadas em mim me acompanham apesar da minha fuga desesperada, nao posso vence-las, assim como nao posso vencer essa terrivel inseguranca, a grande vila da batalha epica que travo mentalmente, isso soh cabe a vc e creio, nao soh creio mas tenho absoluta conviccao de que no mesmo instante em que esteja proximo o suficiente para q eu sinta seu perfume, no mesmo segundo em que eu sentir sua pele macia com minhas maos tremulas, assim que eu puder nadar em seus olhos enquanto o ouco falar, quando eu puder olhar furtivamente me aproveitando de sua distracao e me perder em embriagues contando suas pintinhas, essa tragedia se convertera em algo normal, ou pelo menos em algo menos perturbador...
Talvez um dia tenha sido suficiente para eu me curar de mim mesma, talvez minhas ultimas reflexoes tenham sido apenas um placebo para me enganar temporariamente, talvez isso seja de fato o que eu tentei dizer dito o tempo todo mas se perdeu enquanto eu tentava florear as palavras, mas me sinto pronta para admitir a minha culpa nisso, talvez pq a dor escrucitante que senti ao ver vc se culpar tenha sido algo alem dos meus limites.E admitir essa dor alivia as tensoes um pouco, a causa da dor nao se encontra no que eu sinto, muito menos em nada que tenha sido dito e feito, o que doem nao sao as suas palavras doces, o que doi nao eh sua compania agradavel, nao eh a amizade incrivel demonstrada e que eu falhei pateticamente em retribuir, nao me machucou o abraco apertado, nao me feriu o ritmo que seu coracao batia nem me magoaram os sorrisos, o dano que causa é a distancia e a ausencia, e me alegra saber que isso eh algo que vai acabar.
Nada demais, nada de menos, finalmente territorio neutro nessa biboca...

domingo, 13 de abril de 2008

Em terceira pessoa...

A chuva cai no telhado intermitentemente, gotas se atiram suicidas cedendo ao meu desespero...
Meus saltos ecoam pelos comodos vazios, as solas dos meus sapatos se irrompendo em buracos pelo meu desgaste...
Lagrimas gotejam no caderno, esfaqueiam impetuosamente meu texto, se corrompendo pelo meu odio...
O tabaco do cigarro estala, se consumindo pela chama ardente do meu desejo...
A caneta arranha o papel, gritando a plenos pulmoes a minha dor...
O vidro tilinta ao tocar o chao, estremecendo na minha fragilidade...
A madeira range, se contorcendo na minha agonia..
E e observo, voce sofrendo a minha culpa...