sexta-feira, 27 de junho de 2008
You're sorry, I'm Sorry, Everybody is sorry!
Escrito por Nora às 23:21 2 pareceres
segunda-feira, 12 de maio de 2008
I'm the bitch you hated, filth infatuated
Prenda-me eu me rendo, algeme meus pulsos e me aprisione eu nao quero mais sair, qualque punicao que possa me dar esta aquem de meu crime, cometi o mais vil dos atos, qualquer dor que me possa ser inflingida nao sera o suficiente.Que tipo de sociopata eh capaz de tamanho delito, axei que a unica que pudesse ter o coracao partido era eu, e percebo que todo o sofrimento pelo qual passava nada mais era do que merecido.
Perdida entre amargura e auto-indulgencia, usei q joguei fora inocentes, egoista violentei sua alma e roubei seu coracao,e doi demais machucar quem nao tenha nada a ver com isso, me torna igual a todos os quais sempre critiquei, e por mais que doa nao consigo reparar o dano causado, continuo tendo os mesmos defeitos ainda perdida no meu egocentrimo seguindo meu caminho sem destino, deixando garrafas vazias e cigarros apagados para tras, siga a trilha de sangue e lagrimas e lah estarei eu,iludida pensando que estou no apogeu e sem pensar no impacto das minhas atitudes.
A venus enfurecida que exala morte, corvos grasnam enquanto a aberracao encoleirada desfila pelas ruas, o eco dos meus passos afasta as criancas e faz as flores murcharem, o solo grita sob os meus pes porque nao suporta o peso da minha consciencia, espelhos trincam se recusando a refletir minha figura desagradavel e nuvens encobrem o sol, toda musica se transforma em marcha funebre, no meu caminho tudo se torna monocromatico, contudo mantendo a pose blase, os olho vervelhos e inchados se escondem atras dos oculos retro, enquanto me afogo no meu luto histerico pelo coracao sepultado...
Escrito por Nora às 06:28 0 pareceres
domingo, 27 de abril de 2008
Humpft!
Escrito por Nora às 10:34 0 pareceres
Ausencia de explicacao ou complemento,
Auto-suficiente auto-explicativo
E ironicamente incognito
Enigma paradoxal,
Veneno e cura,
Torniquete canivete
Castidade obscena
Confissao censurada
Bem-estar patológico
Vício
Incoesao inconsisao
Falta de nexo falta de sexo
Miscelania psicologica
Meio doce meio amargo,
Entorpecente e inconstante,
Balanco borbulhante,
Sake frisante
Preto e branco, talvez sépia..
Suposicoes ambiguidades,
O perfeito preambulo do meu drama
Relacionamento hipotético
Imperfeitamente sublime
Rubro ardente marcante
Pulsante
Sofregamente ofegante
Masturbacao literaria
Masoquismo sentimental...
Escrito por Nora às 09:39 0 pareceres
And I miss you, and I need you... I do
I won't let you,
I'm saying please don't go.
Don't go, take my love,
I won't let you,
I'm saying please don't go."
Como odeio minha atencao aos detalhes, odeio reparar em cada peculiaridade insignificante a outros olhos e guardá-las permanentemente, cada movimento se repete em slow motion e basta uma similaridade com qualquer dos poucos momentos que estive ao seu lado, uma palavra engracada que vc costumava falar ou uma musica para que cada musculo do meu corpo se contraia fortemente devido a esses pensamentos involuntarios e gracas as minhas descricoes minuciosas que soh servem para recussitar memorias a transferi-las para textos prolixos entro no transe da minha masturbacao literaria...
Respiro vc, sinto seu gosto e te revejo qdo fecho os olhos e qdo recupero a consciencia percebo meus olhos revirando-se nas orbitas, meus dedos fechados amassando o papel, minha respiracao ofegante e meu coracao batendo tao forte que parece esmurrar minhas costelas dolorosamente, e eu masoquistamente gozo o prazer desse suplicio...
Detalhado demais, nostalgico demais, masoquista demais....
Escrito por Nora às 07:32 0 pareceres
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Come on, in spite of this we're doing just fine...
Eu gostaria de nunca ter entrado em meio a esses joguetes dos quais agora sou uma viciada assumida, e como todo viciado em jogo aposto tudo o que possuo e o que me falta na esperanca de tirar a minha carta de sorte na proxima rodada... mas a casa nunca perde e eu na perdida na falencia da minha psique continuo jogando sem mais nada a perder, presa a mesa pelas lembrancas, supostamente o principal motivo pra que eu me afastasse.
Indignada fico por saber que na verdade nao ha problema algum, todos os obstaculos no meu caminho, todo o drama e preocupacao necessaria nada mais sao do que frutos da minha mente atormentada.Penso que a distancia fisica seja um problema maior do que eu acreditava que seria, aquele velho cliche de o amor n tem fronteiras sempre presente nos romances melosos nao funcionou do jeito q eu esperava, as memorias cravadas em mim me acompanham apesar da minha fuga desesperada, nao posso vence-las, assim como nao posso vencer essa terrivel inseguranca, a grande vila da batalha epica que travo mentalmente, isso soh cabe a vc e creio, nao soh creio mas tenho absoluta conviccao de que no mesmo instante em que esteja proximo o suficiente para q eu sinta seu perfume, no mesmo segundo em que eu sentir sua pele macia com minhas maos tremulas, assim que eu puder nadar em seus olhos enquanto o ouco falar, quando eu puder olhar furtivamente me aproveitando de sua distracao e me perder em embriagues contando suas pintinhas, essa tragedia se convertera em algo normal, ou pelo menos em algo menos perturbador...
Talvez um dia tenha sido suficiente para eu me curar de mim mesma, talvez minhas ultimas reflexoes tenham sido apenas um placebo para me enganar temporariamente, talvez isso seja de fato o que eu tentei dizer dito o tempo todo mas se perdeu enquanto eu tentava florear as palavras, mas me sinto pronta para admitir a minha culpa nisso, talvez pq a dor escrucitante que senti ao ver vc se culpar tenha sido algo alem dos meus limites.E admitir essa dor alivia as tensoes um pouco, a causa da dor nao se encontra no que eu sinto, muito menos em nada que tenha sido dito e feito, o que doem nao sao as suas palavras doces, o que doi nao eh sua compania agradavel, nao eh a amizade incrivel demonstrada e que eu falhei pateticamente em retribuir, nao me machucou o abraco apertado, nao me feriu o ritmo que seu coracao batia nem me magoaram os sorrisos, o dano que causa é a distancia e a ausencia, e me alegra saber que isso eh algo que vai acabar.
Nada demais, nada de menos, finalmente territorio neutro nessa biboca...
Escrito por Nora às 09:03 0 pareceres
domingo, 13 de abril de 2008
Em terceira pessoa...
A chuva cai no telhado intermitentemente, gotas se atiram suicidas cedendo ao meu desespero...
Meus saltos ecoam pelos comodos vazios, as solas dos meus sapatos se irrompendo em buracos pelo meu desgaste...
Lagrimas gotejam no caderno, esfaqueiam impetuosamente meu texto, se corrompendo pelo meu odio...
O tabaco do cigarro estala, se consumindo pela chama ardente do meu desejo...
A caneta arranha o papel, gritando a plenos pulmoes a minha dor...
O vidro tilinta ao tocar o chao, estremecendo na minha fragilidade...
A madeira range, se contorcendo na minha agonia..
E e observo, voce sofrendo a minha culpa...
Escrito por Nora às 12:32 0 pareceres


